Krika Palaia começou a trabalhar como voluntária na escola da filha para conseguir se enturmar nos Estados Unidos. Descobriu um talento incrível para decorar festas e hoje é uma das profissionais brasileiras mais requisitadas de Nova York.
Krika Palaia começou a trabalhar como voluntária na escola da filha para conseguir se enturmar nos Estados Unidos. Descobriu um talento incrível para decorar festas e hoje é uma das profissionais brasileiras mais requisitadas de Nova York.
Como assim “pessoas tóxicas”? Qualquer coisa que cause vergonha, humilhação ou introspecção de uma criança é tóxica pra ela.
A parte mais difícil é ter certeza que ambos os idiomas estão suficientemente expostos e de forma natural.
Em vez de nos concentrar no que você não pode fornecer, vamos nos concentrar no que você pode dar a eles.
A maturidade é algo realmente incrível. Com o tempo a gente aprende que a palavra "NUNCA" deveria ser usada com certa cautela. Aquele “nunca” vou cozinhar já era e me dou conta de outros tantos que eu baixei a guarda.
As crianças respondem ao estresse de maneiras diferentes e individualizadas, mas os especialistas dizem que é normal processar situações novas e desafiadoras por meio de jogos.
Eu tenho 3 sobrenomes. Um da minha mãe e dois do meu pai. Eu jamais poderia imaginar que ter mais de um sobrenome morando nos Estados Unidos poderia me dar tanta dor de cabeça.
É preciso saber o tanto que esta mulher inspirou e ajudou gerações de mulheres a vencerem as barreiras da discriminação. O que se torna bom para o mundo todo.
Talvez você considere que a palavra “violência obstétrica” seja forte demais. Mas é exatamente assim que acontece: a paciente está tão nas mãos daquele médico ou médica (que muitas vezes se comporta como “Deus”) que ela acaba se submetendo a ser tratada sem o devido respeito, sem a devida sensibilidade. Pode ser uma violência física, mas pode ser também psicológica, como foi o caso da Marina. “Eu não tenho dúvidas de que sofri violência obstétrica. Eu me senti negligenciada em muitos momentos”.
“A arte manual tem muito disso: você começa a trabalhar com as mãos e solta o que está no seu coração”, diz Roberta Carazolli, a ex-executiva que deixou a carreira corporativa para trás para se dedicar ao artesanato.