As duas são minhas filhas. E daí?

…O que foi feito aqui foi uma estupidez e é uma pena que eu não possa processá-los por injúria racial, pois não teria como provar. Minha outra filha, aquela loirinha ali, fazia a mesma coisa que minha outra filha fazia e, no entanto, não foi “ perseguida” por ninguém da loja.

7 perguntas para a escritora Nalu Saad: sobre um livro infantil para lidar com o câncer

É uma história feliz porque os personagens transformam o hospital numa extensão de seus quartos. Isso acontece na realidade. As crianças brincam e fazem amigos pelos corredores, as famílias dividem experiências e levam essa amizade além do hospital. Mais do que espantar o medo, a história tem como proposta mostrar que pode ter medo, mas tem que falar a respeito. Falando fica mais fácil e mais leve.