Somos todos gigantes

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Gabriel e a mãe Juliana (arquivo pessoal)

Gabriel e a mãe Juliana (arquivo pessoal)

Estima-se que entre 15 a 25 mil crianças tenham nanismo hoje no Brasil. A média é de 1 caso para cada 20 mil nascimentos. São 200 tipos de nanismo, com 80 subtipos. E alguns não são perceptíveis ao nascer. O nanismo pode ocorrer por causa de uma displasia óssea ou por questões hormonais. Enquanto no caso dos hormonais, a simples modulação e reposição hormonal feitas a tempo traz o indivíduo a se enquadrar na altura considerada "normal", nos casos onde há a displasia óssea, tratamentos hormonais e medicamentos não surtem efeito. Há somente a possibilidade de alongamento mecânico por tração, através de um processo longo, doloroso e caro de cirurgias ortopédicas.

"Como no Brasil o preconceito é altíssimo. De termos ainda programas de televisão mostrando anões como motivo de chacota, as pessoas nunca conseguiram se unir. O nanismo só foi reconhecido como uma deficiência no Brasil em 2004. Olha que absurdo!", diz Juliana Yamin, uma das batalhadoras da campanha #somostodosgigantes e mãe de Gabriel, de 8 anos e que tem nanismo.  

Na semana passada uma audiência pública em Brasília fez muita diferença para familiares e portadores do nanismo. Eles se sentiram ouvidos nesta luta que quer colocar fim a indiferença e a discriminação. "Este é um desafio da nossa casa, do Biel e de tantos outros pequenos que estão excluídos, ridicularizados e não têm vez nem voz!", diz Juliana. Um Projeto de Lei já está na mesa do Senado Federal para aprovar o dia 25 de outubro como o Dia Nacional do Nanismo no Brasil. Que tal abraçar esta causa dentro da sua casa? Mostre para os seus filhos que #somostodosgigantes.


Vida de mãe expatriada: uma aventura!

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Entre comprar um sorvete e dar o dinheiro a um mendigo, o que seus filhos fariam?

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